FAÇA OU NÃO FAÇA!

card clapa

Quando vi essa frase do Mestre Yoda, lembrei logo do meu sogro dizendo “ou caga ou desocupa a moita”. E resolvi batizar esse dito popular como a perfeita tradução do que disse o Yoda.

Tudo bem que a do Mestre é bem mais botinha e polida, mas a brasileira é bem direta e deixa o recado de forma bem simples. Ninguém pode dizer que não entendeu.

Nesse ano quero fazer mais e tentar menos. Chega de ficar pensando se isso, se aquilo … Quantas coisas deixamos passar por pensar demais, esperar demais, se preparar demais … Vamos ser hoje, agora, nesse momento. 

Comecei o ano mudando alguns hábitos e um deles é na alimentação. Chega de comer porcarias como se não entendesse as consequências. Basta de dizer não para algumas comidas pela simples ideia de que acho que não gosto. Vou experimentar. É saudável, faz bem? Então bora começar a incluir na dieta. De pouco em pouco, mas fazendo presente nas refeições. 

Tem algo que sempre escutei que era bom, que fazia bem, que era gordura isso e aquilo e nunca consegui encarar. O tal do abacate. Nunca comi abacate como sobremesa, imagina como salgado, como parte das refeições. Eca! Era só o que eu dizia. Agora eu como. Pouco, disfarçado, mas tá lá. Cada um fazendo a sua parte. Eu comendo o tal do abacate e ele trazendo os benefícios importantes para a minha saúde. Ainda não acho bom, mas como. Não estou “tentando” comer abacate, estou fazendo, ou seja, comendo. 

Existem outros desafios como encarar o vídeo. Não tenho problemas de falar em público, ao contrário, gosto muito, mas o tal do vídeo ainda não é algo natural para mim. E vai acontecer. Comecei preparando um espaço, melhorando a internet e logo isso acontece. 

Se tem algo para começar, aproveite o começo do ano e faça acontecer. Chega de esperar. A hora é agora. Esse é o melhor momento.

cair e não de desistir

É complicada essa questão de cair. É claro que ninguém gosta de cair, de descer degraus, de voltar atrás, mas é incontestável a força que conseguem aqueles que optam por não desistir. Que tomam por aprendizado os erros e como desafio a superação.

Há uma frase do General George S. Patton que diz: “Eu não meço o sucesso de um homem pela altura que ele consegue subir, mas por como ele quica uma vez que atinge o solo”.

Fantástico ! É isso que faz toda a diferença. Tem gente que cai e fica. Aceita a derrota. Transforma fatos ocasionais em verdades absolutas e definitivas. Por outro lado, tem aqueles que usam a queda para dar impulso e subir de novo. Parecem bolas de tênis. Batem e voltam.

Essa é a melhor forma e o maior desafio. Conseguir, durante a queda, encontrar forças para quando cair, quicar alto. Não aceitar ficar no chão.

Outro ponto importante é buscar o aprendizado. O que houve? Qual motivo? Há algo que possa ser corrigido? Como será a próxima vez? Sempre com foco no sucesso, ou seja, na próxima vez. Nada de ficar lamentando o leite derramado.

Para terminar esse post, uma sugestão: ao fazer suas reflexões não deixe as responsabilidades com os outros. Não aceite pensamentos como “o meu chefe não gosta de mim”, “é a minha idade que atrapalha” ou “sou assim mesmo e não vou mudar”.

Pense que tudo que acontece é resultado de algo. Veja o que você faz que gera a insatisfação do seu chefe. Talvez você precise ajustar alguns ponteiros ou então mudar de emprego. A idade que consta em sua carteira de identidade é apenas uma referência cronológica. Veja como você se comporta. E por fim, a mudança é constante. Faz parte da evolução. Aceite mudar. Aceite melhorar. Aceite aperfeiçoar.

Cair sim, ficar nunca, quicar sempre.